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segunda-feira, 25 de junho de 2012

POR ENQUANTO, MADRUGADA EM CONTO.



Nada de vida sofrida – maravilhosa vida –
Que, muitas vezes, permite sofrer
E, tanto faz se é na volta ou na ida...
Sempre prefiro estar com você.
Hoje, de volta pra casa, meu bem, foi na vista para lua,
Muito bela entre as nuvens, quase cheia...
No fim do caminho, pediram fósforos zumbis
/que queimavam a rua.
Como quem não toma banho – cheira mal.
Contínuo sofrer despercebido de um ser rejeito social.
E, até que não vai assim, de todo, tão mal...
Só é um pouco bem mais cansativo que o ideal
Natural da casta que sempre foi e, coisa e tal.
Por enquanto, é tudo que pode ser que não foi.
É assim que se percebe como as coisas estão,
Nota-se uma necessidade de sê-las como tal:
Como uma afirmação de uma afirmação é negação;
Como quando se diz sim quando se quer dizer não.


03 Jun. 2012.

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