Por onde sempre ando sempre vejo,
Em vários lugares, muito de perto,
Algo que não me traz sentimento,
Aquilo que não fiz, mas, está lá,
onde vejo.
Quando criança, acostumado com o lugar...
Hoje, transformado por quem não sei onde está.
Mas faço do meu lar, imerso em bem estar,
Afetividade transferida; subjetividade no ar...
Não fiz a maioria, mas, fiz o que me
convinha;
Sou perto de onde vejo... Sou longe de onde
vinha,
Sou mar, sou céu, mas, aquela paisagem não é
minha!
Nem de quem não fez dela imagem sua. Assim,
quem a teria?
Luis Sátiro, 18 Mar. 2011 às 23h48min.