No
Cume,
Velhos opacos
Em busca de luz e calor
Para, pois, poderem sobreviver,
Se seu sangue é frio como num réptil.
No meio, alguns invejosos. Queriam estar no alto,
Mas não sabem como chegar lá. E ficam a sonhar em um
Dia o vértice alcançar, para depois fazerem o mesmo dos que estão cume.
Na base, agüentam firme o peso de toda estrutura, com a melhor das piores sortes.
Fazem do seu viver serventia aos outros, do meio e do cume, pois sem isso, não haveria nenhuma torre.
Miríades e miríades para a sustentação dos primeiros, que até hoje assim têm feito, e cumprido o seu papel...
Luis Sátiro em 01 de Junho de 2011 às 08h40min.
Nenhum comentário:
Postar um comentário