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Quando andávamos e
compartilhávamos
a mesma fumaça ou
respirávamos o mesmo ar,
fazíamos isso para tudo
ao redor poder voar;
sentir o bafo da vida
que transpirávamos.
– Foi arriscado sim,
mas bem mais
necessário que o risco
pode ser [...]
Aspirações de ter o que
contar como experiência,
rodeados por espaços
onde se fazem ciências
e agradecendo tudo com
certa indulgência;
– aos preconceituosos
reservamos bem mais
indulgência...
Praticávamos a simples humana boa experiência
que podemos assim
chamar de vida.
Filosofávamos,
cantávamos – bebendo ou não –,
blues, rock e poesia:
medalhões de esperanças
carregados no peito,
representando heranças
de boas andanças rumo a
inerte substituição,
que hoje faz-se como boas
lembranças.
– E, é melhor
determiná-las assim,
que, ver-se determinado
por elas!
14 fev. 2012 às 11h5min.

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