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| Luis Sátiro/Arquivos. |
Escrevo,
agora, de costas para o futuro...
Sem
medo de cristalizar-me em sal.
Revejo
alguns momentos, de um modo
totalmente
diferente – eu os revivo!
Escrevo,
agora, de costas para o futuro...
É
necessário, agora, imerso em retrospectivas,
Rebocar
os tijolos, deste construto,
Temperados
pelo sol – dilatando e contraindo;
/entre felicidades e tristezas...
Escrevo,
agora, apenas sabendo que haverá
outro
amanhã, mas, não haverá outro passado.
Posso
recontá-lo de mil maneiras, mas, sempre
será
meu passado – eu’s-passados!

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