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De
um ano findo até as poucas horas deste,
confino-me
em apreensões preguiçosas
e
divagadas sobre a vida; até aqui,
como
se, de tudo, dependesse tudo.
Nem
importam mais as noites em claro,
as
bebedeiras cegas e os guardiões
sem
preparo desse mundo...
Que
vontades de mudar, então?
Não
resta aos santos pedir mais luzes,
não
iluminam sequer prazeres porvir.
Não
ouço, agora, vozes entoadas de crianças,
não
sinto mais aquela inocência sem devir;
não
faço mais perguntas, nem planejo respostas
satisfeitas
de si. Não te penso mais aqui...
É
bem mais fácil ligar. Vou ao teu encontro futuro
esperado
de respostas vivas, que não sabem falar.
03 Jan. 2013.

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