Me assombra
o fato desta cidade
passar-se
de menina à vendida a esmo.
Suas
ruas estão agora à circular
outros
pés calçados com sapatos
coturnos
e descalços...
Seus atos
se escondem em seres
onipresentes
que habitam céus
de concreto.
Sua
vida agora é vida bandida-
mente
institucionalizada por regras
direcionadas
a uma geração ainda
porvir...
enquanto
a negação marginal desta
reserva
um inferior circuito
onde
possa sobre-viver [...]
e nada que se faça a menos que
se destitua o ser de presença
ambulante-mente veremos quem sabe (?!)
um céu azul por onde possamos voar.
Luis Sátiro 14 Jan. 2012.
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