Dos
velhos espaços ontológicos
Às
regiões dos “si próprios”
passando
pelas paisagens dos seres mórbidos
redefinem-se
e se transformam...
Sentimentos
mudam, gerações levantam.
homens
presos se soltam...
Acostumados
a um cotidiano lento, agora flutuam
mais
rápido, o culto e a cultura voam.
Passando,
andando; vibrante, vibrando;
amando,
gastando, vivendo o tempo
sentindo,
olhando, fazendo o espaço;
convergindo,
bebendo, vivendo mesmo...
Luis Sátiro,
07 Abr. 2011 às 21h24min.
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