| Luis Sátiro/Arquivos. |
Acordo de frente o
amanhecer
e observo o teto clareado.
Abro a janela e deixo
entrar
a luz que derrama sobre
nós;
– penso amanhecer, mas é
a lua
que brilha, quase poente.
E, quando o sol começa
precipitar,
o céu degradê é uma
amálgama
de cores que convergem os
astros.
E o verde dos musgos na
parede,
são manchas alimentadas
pelo orvalho.
– Meus olhos levantam pra
tomar café,
enquanto o dia prepara o
banquete.
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