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terça-feira, 31 de julho de 2012

JANELA VESPERTINA.

Luis Sátiro/Arquivos.

Acordo de frente o amanhecer

e observo o teto clareado.

Abro a janela e deixo entrar

a luz que derrama sobre nós;


– penso amanhecer, mas é a lua

que brilha, quase poente.


E, quando o sol começa precipitar,

o céu degradê é uma amálgama

de cores que convergem os astros.

E o verde dos musgos na parede,

são manchas alimentadas pelo orvalho.


– Meus olhos levantam pra tomar café,

enquanto o dia prepara o banquete.




19 Abr. 2012.

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