Ainda sinto
aquele perfume
esfaquear suave
as narinas;
numa noite
fresca de um agosto
sem gosto e, muito
seco, por sinal...
A lua encontra
escondida
entre nuvens.
Um casal conversa
e,
inicia de perto a
madrugada,
com seus atos em
tom casual;
– asseio, como o
figurino manda...
Imerso em
perfume estranho;
tão fino – e, eu
só aceito! –
que me coça às
entranhas...
E, percorro absorto,
em busca de sua
origem.
No auge dessa
busca,
deixo calmo
descansar
as costas ao
encosto
da cadeira
madrugada adentro.
– E, até agora, o
perfume
percorre a
memória,
quase inodora,
quando escrevo.
06 Ago. 2012.

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