COM A CARA E A CORAGEM.
Sem animosidade, guardarei isso
para outros dias, ou, direi
– e com singelo sarcasmo:
como é bom ouvir-te dizer!
Dizes que tenho só que aceitar
– o mundo é assim mesmo! –
não dá absolutamente para mudar,
Não há como você ser você mesmo...
E, logo, quero chorar, mas não há
tempo para lamentar. Chorar,
pra quê, para quem? Não dá,
não há como fraquejar!
Não serei
engolido vivo
por esse turbilhão onde,
só quem está bem equipado pode.
Só, com a cara e a coragem também quero
[... viver!]
25 mai. 2011 às horas da
madrugada.
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