Da grota onde eu vivo, leio e vejo
Lanternas
que clareiam enquanto
Formam
sombras às costas dos donos
Das
mãos que acenam...
Da
grota onde habito, posso ver, e ler,
Os
planos para mundo este e hão de o fazer
Melhor,
como todos quase querem ver,
Pois,
realmente ser, ninguém sabe fazer.
Prosiguamente
– que quer que isso seja –
Falando,
meio tamanha veleidade esta,
Posso
trazer pra perto toda vontade que seja:
–
Seguir em frente.
Na
grota onde vivo e habito profuso e imenso,
Mergulhado
em crise, reconstruo o habitar
Que
tanto manejo desejado, a partir do já criado,
Esta
massa plástica e educável faz surgir.
01 Jul. 2013.

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